Algodão-Doce

ALGODÃO-DOCE

Num lindo dia de sol (27 de agosto de 2020), numa Quinta-Feira Eucarística, quando avistei aquele céu, e aquele conjunto de algodão-doce, senti Tua doce Presença penetrar meu coração, e me lembrei de nuvens, nuvens de algodão… Me lembrei da Tua nuvem que conduzia o Teu Povo, no deserto (de dia numa coluna de nuvens – Êxodo 13, 21) , me lembrei daquela nuvem luminosa em que se ouvia a Tua voz: “Eis o Meu Filho muito amado, em quem pus toda minha afeição; ouvi-O.” Mateus 17, 5

Me fez sentir criança – tempo em que minhas irmãs e eu brincávamos tão felizes, por sermos amadas e cuidadas por Ti, através de nossos pais, nossos tios, nossa família!

Me fez lembrar do que Teu Filho Jesus nos ensinou e ensina, todos os dias:

“Trouxeram-lhe criancinhas para que Ele as tocasse. Vendo isto os discípulos as repreendiam. Jesus, porém, chamou-as e disse: “Deixai vir a mim as criancinhas e nãos as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas. / Em verdade, vos declaro: quem não receber o Reino de Deus como uma criancinha, nele não entrará.” (Lucas 18, 15 – 17)

 

Não repreendam suas crianças, saibam amá-las e valorizá-las! Deem atenção, amor, educação. É o que elas mais precisam. O pão é necessário, no entanto, o Amor é essencial!!!

 

Muito obrigada, Senhor, por eu receber tanto Amor de Ti, através de meus pais, tios, irmãos, amigos, semelhantes! E tornar a minha vida tão doce e agradável, como aqueles algodões-doces! E quando o amargor se aproximar, que eu entenda que é como remédio (onde há um tempo para nos curarmos, nos purificarmos – como este, de pandemia, em que vivemos).

“1.Para tudo há um tempo,

para cada coisa há um momento debaixo do céu:

2.tempo de nascer e tempo de morrer;

tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou.

3.Tempo de matar e tempo de curar;

tempo de demolir e tempo de construir.

4.Tempo de chorar e tempo de rir;

tempo de gemer e tempo de dançar.

5.Tempo de atirar pedras e tempo de ajuntá-las;

tempo de abraçar e tempo de apartar-se.*

6.Tempo de procurar e tempo de perder;

tempo de guardar e tempo de jogar fora.

7.Tempo de rasgar e tempo de costurar;

tempo de calar e tempo de falar.

8.Tempo de amar e tempo de odiar;

tempo de guerra e tempo de paz.

9.Que proveito tira o trabalhador de sua obra?

10.Vi o trabalho que Deus impôs aos homens, para que nele se ocupassem.

11.As coisas que Deus fez são boas a seu tempo. Ele pôs, além disso, no seu coração, a duração inteira, sem que ninguém possa compreender a obra divina de um extremo ao outro.

12.Assim, concluí que nada é melhor para o homem do que alegrar-se e procurar o bem-estar durante sua vida.

13.Igualmente é dom de Deus que todos possam comer, beber e gozar do fruto de seu trabalho.

14.Reconheci que tudo o que Deus faz dura para sempre, sem que se possa ajuntar nada, nem nada suprimir. Deus procede dessa maneira para ser temido.

15.Aquilo que é, já existia, e aquilo que há de ser, já existiu; Deus chama de novo o que passou.” (Eclesistes 3, 1 – 15)

 

Eis que Deus renova todas as coisas!* Ele é o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim”.* (Apocalipse 21, 5 e 6**)

Que tenhamos sabedoria para aproveitar o tempo que nos é confiado. Permitindo-nos que O Santo Espírito de Deus, venha em nosso auxílio e habite nossos templos espirituais*, preenchendo-os com toda a Paz, com todo Amor. (*I Coríntios 3, 16)

Amém.

Priscila Santos de Bitencourt.

 

Guarujá, 06 de setembro de 2020.

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